O que você pensa é o mesmo que sente?

Porque ficamos assim, alternando de um lado para outro?

Eu sinto que penso ou penso que sinto?Socorro!O que preciso fazer?

Nós muitas vezes desprezamos nossos órgãos dos sentidos e vamos atrás do que nos disseram, atrás das regras, normais, sem dar conta se as sensações que sentimos nos fazem bem ou mal.

Evitamos o sentir, ficamos sós no pensar, no imaginar.

Fomos ensinados a valorizar mais o intelecto do que o coração. Através de gerações e gerações isso vem sendo passado, a ponto de termos como verdadeiro que é melhor seguir a mento do que sentir.

Você se lembra de quando era pequeno e se machucava? Para as meninas os pais diziam: Quando casar passa?, e para os meninos: Homem não chora!.Pois

É, o que sentíamos não tinha lá muita importância……coisa de criança.

Agora, se chegassemos com uma nota baixa…Lembra???????Meu Deus!!!!!

Como era importante ser bom aluno, estudioso, inteligente.

Isso tornou-se uma crença profundamente enraizada em nós, a pontos de nos sentirmos culpados quando nossos sentimentos são transparentes.Queremos que os outros nos vejam como inteligentes, capazes, de QI alto, perspicazes. Mas não gostamos quando notam nossa sensibilidade, afetividade, medo, raiva.

Nós separamos o pensar do agir, para proteger nossa vaidade, nosso orgulho, nosso ego. Estamos tão preocupados com nossa aparência que para protege-la fazemos qualquer negócio.

Temos medo de sermos (cafonas), fazer besteira, sermos ridículos. Temos medo de assumir aquilo que realmente somos: gente!

Não confiamos em nós, não; não confiamos na vida e achamos que de alguma forma podemos deter o fluxo dela.

Não confiamos no sentido, não confiamos na natureza.Não aprendemos que as coisas vêm quando podemos percebe-las. A vida não é sádica.

A vida não cobra de nos aquilo que não somos capazes de perceber. Só o orgulho cobra. A vaidade, grande tirana, sustenta nossos fracassos escondidos em nossos sucessos aparentes.

Como saber o que é adequado para nós? Onde buscar resposta? A natureza sempre nos mostra o que é adequado e o que não é adequado para nós, por intermédio de nossas sensações.

As sensações que temos é a linguagem que temos para se comunicar conosco.

Se a sensação é boa, é o bem; se a sensação é ruim é o inadequado. A verdade é sensorial.As sensações são nossos guias internos, são os referenciais dos nossos comportamento.

Só o que eu sinto pode ser verdadeiro para mim.

Precisamos nos permitir sentir e refletir em cima desses sentimentos.Para alçar um vôo alto;sermos uma águia; precisamos de duas asas: , ou então fique onde está e continue sendo uma galinha !!!!!tendo duas asas sem saber como usa-las.

Precisamos nos capacitarmos, adquirir aptidão de compreender nossos próprios sentimentos e emoções.

Mas, para podermos ler o que sentimos e compreender o que se passa conosco, precisamos nos permitir sentir e precisamos admitir que esse sentir é único. Ninguém no mundo sente igual a mim. O que eu sinto, só eu sinto!

Sentir: é a chave!

Não há opiniões sobre o que eu sinto, pois a experiência é minha. Experiência é algo intransferível. Só eu sei o que é bom ou não para mim.

Você sabe o que é bom ou não para você??????????

Você deve estar se perguntando: COMO ASSIM? INTRANSFERÍVEL!

Não aprendemos com os outros, vamos olhar isso de uma forma muito fácil de entender:

-eu faço um bolo de chocolate, coloco um recheio de doce de leite, cubro com uma camada bem grossa de merengue e ainda por cima coloco raspas de chocolate e confeito com grandes morangos vermelhos.Como um bom pedaço e depois digo para você:

-comi um delicioso bolo de chocolate todo recheado com cobertura! Se você gosta de bolo e num esforço de imaginação consegui visualizar a cena, pode até ficar com água na boca, mas não vai conseguir sentir o que eu senti, pois quem comeu foi eu.

Se pelo contrario você não gosta de doces mas se impressiona por meu relato pode ter um arrepio só de imaginar a cena, mas isso não o afeta em mais nada, pois quem comeu foi eu.

Sendo assim; responda a si mesmo:

-Porque costumo reagir a situações que EU não vivenciei ?

Experienciar é estabelecer significado. Significados estes completamente diferentes dos significados de outras pessoas, pois somos, cada um de nós,diferentes. Cada um de nós é uma individualidade, isto é, um ser integral e único, peculiar e original.

Ninguém é igual a ninguém.

Cada um é um.

Nessa diferenciação está nossa unicidade.

O experimentador, aquele que senti, não participa do mundo, mas a experiência se realiza nele.

Tudo que procuramos está dentro de nós. Costumamos dizer, às vezes: “não sinto nada”.

O “sentir nada” é estar longe da própria fonte interior. É estar desligado dos próprios sentimentos.

Como não sentir nada?

Temos mais de 3 bilhões de reações e sensações por segundo, como não as escutamos?

Quando fico longe de mim, quando não me escuto, quando não ligo para o que sinto, abro o espaço entre eu e minha alma e nesse espaço é que entram as neuras, os conflitos, as incertezas:

-Será que estou certo? Será que estou errado? Como ter certeza?

-Confiar! Confiar no sentir.Confiar, estar com o fio ligado …….ter a sensação dentro de si. Sensação de Si.

Somos a porta de nós mesmos, podemos decidir. Abrir, ou não, é uma opção só nossa. A alma pede, mas é a consciência por intermédio de arbítrio, que opta por atender ou não.

Experimente sentir por uns instantes a vida fluir, na certeza da realidade cósmica…

O agir divino procedendo do interior de nós mesmos.

A alma jamais erra!

*Comece a abrir suas ASAS, ensaie alçar vôo*.

Vamos lá ouse ser FELIZ!!!!!!!!!

EU ACREDITO EM VOCÊ.